Os dias passaram com calma. Pela primeira vez em muito tempo, o tempo não corria — ele simplesmente acontecia.
O vilarejo cresceu. As crianças já não falavam sobre medo, mas sobre correr mais rápido, sobre quem fazia o melhor pão ou sobre a aula da professora Selena.
Sim, ela tinha feito. A escola.
Uma casa simples de madeira, com janelas grandes e mesas redondas.
Ali, a cada manhã, ela recebia pequenos olhos curiosos, mãos inquietas e vozes ansiosas por aprender — não apenas letras, mas