Me movi rápido até onde ouvi o barulho. Cada sombra do lugar parecia um vulto. Abri a porta do corredor, olhei ate o final: vazio. Ninguém, nenhum sinal de presença além do pó que tremulava sob minha sombra.
Quando voltei, a vi me observando, os olhos dilatados, a mão ainda segurando o remédio.
— Tinha alguém? — perguntou ela, a voz um sopro.
— Não. — Disse, com a voz mais calma que consegui. — Vai ficar tudo bem.
Ela ergueu o olhar com uma faísca de algo que parecia quase humano: esperan