Antes que eu percebesse, meus pés já caminharam para a porta. A raiva empurrava cada passo, eu queria ir agora, arrombar, estraçalhar, fazer cada segundo da vida dele arder. A ideia de esperar me doía tanto quanto as marcas que via.
— Não. — A voz de Rosa vinha trêmula, mas firme o suficiente para me frear por um segundo. — Não vai. Por favor.
A palavra dela não me acalmou; acendeu outro tipo de fogo. Mesmo assim, ela foi até a mim, e segurou meu braço, a mão pequena tentando domar um monstro