Gregor caminhou pelo quarto, avaliando cada detalhe, cada movimento meu. Eu fiquei ali, imóvel, respirando devagar, absorvendo a presença dele e tentando controlar os pensamentos que me vinham à mente.
Finalmente, ele deu meia-volta, saindo do quarto com passos firmes. O silêncio caiu pesado, e eu fiquei ali, pensativa, refletindo sobre tudo o que havia acontecido, sobre o castigo, sobre a ameaça e, principalmente, sobre o controle que Erick exercia sobre mim.
Fechei os olhos, sentindo cada músculo doer, cada lembrança da surra e do toque. Sensual dele. Tentei organizar minha mente, tentando separar medo de memória, dor, de reação involuntária. Mas era impossível. Cada toque, cada palavra, cada gesto de Erick permanecia gravado em mim.
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Eu estava limpando o chão da capela, os músculos latejando de exaustão depois de um dia inteiro de trabalho sem parar.
Gregor fez questão de me colocar para fazer grande parte do trabalho do monastério sozinha. Trabalho duro e árduo, obviamente