O sol se punha atrás das colinas de Santorini, tingindo o céu de cobre e lilás.
Na varanda da casa branca que abrigara três gerações dos Andreadis, Freya Jónsson-Andreadis observava o mar, com a velha câmera da mãe pendurada no pescoço.
Aos 24 anos, era uma mistura curiosa: o olhar poético de Iris, o espírito prático de Erik, e a impaciência criativa que vinha de Larissa.
Falava quatro idiomas, fotografava com a alma e via o amor como um fenômeno meteorológico — inevitável, belo e destrutivo