A casa branca no alto das falésias de Santorini amanhecia envolta em luz dourada.
As janelas abertas deixavam entrar o cheiro do mar e o som das ondas batendo nas rochas.
No ateliĂȘ, pincĂ©is, cĂąmeras e pedras vulcĂąnicas se misturavam sobre a mesa â um retrato perfeito da vida que Freya JĂłnsson-Andreadis e Leo Karalis haviam construĂdo.
O amor deles nĂŁo era mais uma explosĂŁo.
Era um fogo constante, firme, que aquecia sem destruir.
E naquela manhĂŁ, esse fogo estava prestes a se transformar em algo