O vento soprava salgado e quente em Creta naquela manhĂŁ.
Freya acordou com o som das ondas batendo nas rochas e o cheiro de café recém-feito.
Leo estava na varanda, de costas, o sol dourando-lhe a pele bronzeada.
Ela o observou em silĂȘncio â o homem que tentara fugir do amor e acabara se rendendo a ele.
Aquele que dizia ser feito de fogo, mas que agora aquecia em vez de queimar.
â EstĂĄ acordada, â ele disse sem virar o rosto.
â HĂĄ muito tempo. Tentando acreditar que vocĂȘ Ă© real.
Ele riu baixinh