O amanhecer em Santorini sempre fora uma pintura viva.
Mas naquele dia, parecia mais — parecia o fechamento de um ciclo.
No terraço da antiga casa branca dos Andreadis, Iris observava o horizonte.
O mar, o mesmo mar que havia separado e unido tantas gerações, refletia o ouro do sol nascente.
Erik, agora com cabelos grisalhos e olhar sereno, preparava café.
— Ainda procurando a luz perfeita? — ele perguntou, sorrindo.
— Não. Só observando a que encontrei.
Ela se virou e o fotografou — o c