Rose tentou se justificar, mas antes que pudesse terminar a frase, Frank passou o braço pelos ombros dela e a conduziu pelo corredor, colando-a ao corpo firme dele como se não houvesse escapatória.
“É agora que ele me mata…”, pensou, o coração disparado.
Ele abriu uma porta pesada, revelando um closet que parecia mais um arsenal particular. Pistolas, fuzis, facas — tudo perfeitamente organizado e cintilando sob a luz fria. Frank puxou uma gaveta, tirou uma arma semelhante à que Rose havia roubad