Rose chegou em casa ofegante, tentando disfarçar o turbilhão dentro dela. Assim que viu Elena correndo em sua direção, abriu um sorriso trêmulo e a abraçou com força — talvez mais do que o normal. Sentiu o cheirinho doce da filha, o calor pequeno nos braços, e, por um instante, todo o medo pareceu se acalmar.
Na cozinha, o som da faca cortando legumes era a trilha de sua tentativa de normalidade.
Caterina, sempre atenta, a observava em silêncio enquanto colocava a mesa.
— Você está bem, filha