O salão virou ruína de porcelana e promessas. O gosto do café azedou na boca de Rose; a voz de Dona Lúcia ainda vibrava pela casa como uma sentença. Ela não hesitou: virou-se e saiu apressada, saltos batendo nas pedras frias do corredor, cada passo um prego na tampa do caixão que era aquela família. Precisava pegar Elena e desaparecer — qualquer lugar seria melhor do que ficar onde o nome De Luca castrava corações.
Dona Lúcia acompanhou a nora com os olhos, uma figura de gelo. Em dois segundos e