O soco em Antônio ressoou na pequena cabana, um som brutal de maldade que fez Marta prender a respiração. Lágrimas brotaram em seus olhos enquanto via o marido caído, o sangue escorrendo do nariz. O homem mascarado, com um sorriso cruel por trás do pano, limpou os nós dos dedos na própria calça, como se a violência fosse uma tarefa trivial.
— Não me provoque de novo, velho — rosnou ele, a voz fria e cheia de ameaça. — Ou da próxima vez, não vou ter tanta "paciência".
Antônio, com a boca che