O olhar de Suiane era puro espanto. Ela engoliu em seco, assentindo, enquanto o segurança se postava na porta, imponente como uma estátua. Ela se aproximou da cama onde Bárbara estava sentada, apoiada em travesseiros.
— Bárbara, eu sei que você deve me odiar… — Suiane começou, a voz trêmula.
— Não te odeio, Suiane.. — Bárbara a interrompeu, a expressão cansada. — O que faz aqui?
Suiane respirou fundo, parecendo juntar toda a coragem que lhe restava. — Vim porque não aguento mais. Eu estou sem d