Em sinal de acordo, Gael estendeu a mão para Saulo.
— Eu prometo que nunca precisará chegar a esse ponto, sogro — falou, com confiança.
Saulo estreitou os olhos, avaliando se apertaria a mão dele ou não. Por mais que quisesse resistir, sabia que não havia escolha. Tudo já havia acontecido, e, no fundo, deveria se sentir grato: mesmo que a filha ainda fosse jovem, pelo menos se envolveu com um homem que realmente prestava.
— Mais um me chamando de sogro… eu mereço isso!
Saulo apertou a mão do ma