Não foi preciso que Henri dissesse mais nada. Catarina apenas se levantou do banco do ponto e caminhou até o veículo, com passos vacilantes.
Assim que abriu a porta e entrou, respirou fundo, tentando recuperar algum controle sobre si mesma. Sentou-se em silêncio, esperando que ele dissesse algo, qualquer coisa boa, mesmo que no fundo soubesse que poderia estar esperando demais.
Mas Henri não disse. Apenas arrancou, cortando a noite com a mesma frieza que pairava entre os dois.
Quando estavam se