Mundo de ficçãoIniciar sessãoApós descobrir que a sua melhor amiga a traía com o seu namorado, Maya Robert num evento da empresa onde ela trabalha, ela vai para a cama e perde a virgindade com o que ele, e, dias mais tarde eles encontram-se na empresa e ele ignora-a. Com o continuar de se envolver de forma íntima com Maya, Conrad começa a ficar apaixonado por ela e o casamento dele com Leonore acontece com ele já apaixonado por Maya e ele engravida-a. Maya só descobre semanas mais tarde e numa altura que ela já se afastou de Conrad por não aceitar ser sua amante, e depois de sair da empresa de Conrad de forma repentina e sem falar com ele. Em poucas semanas a vida de Maya muda completamente e ela muda-se para Montreal para assumir a empresa que herdou do pai que faleceu recentemente e a vida dela muda por completo e nessa altura ela descobre que está grávida de Conrad. Anos mais tarde e depois das vidas deles darem muitas voltas eles reencontram-se e Conrad fica fascinado com a mulher que Maya se tornou, não pela fortuna que ela tem, mas, pela mulher que ela é e tudo o que eles viveram anos antes não sai da cabeça dele. Quando Conrad decide divorciar-se de Leonore e tentar reconquistar Maya ele descobre o filho que ela teve e que é dele, e Conrad muda, ele fica muito magoado com Maya, mas como o pequeno Cedric está gravemente doente, os pais unem-se para o salvar. Maya e Conrad tentam resistir durante algum tempo ao que sentem um pelo outro, mas eles acabam por ceder e se entregarem ao amor, perdoando-se um ao outro por tudo o que se passou e recomeçando uma vida nova e focados na cura do filho.
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O salão do hotel brilhava como uma promessa. Lustres de cristal pendiam do teto alto, espalhando uma luz dourada que se refletia nas taças de champanhe e nos sorrisos cuidadosamente ensaiados. Era o evento anual da empresa — uma celebração de resultados, parcerias e egos bem vestidos — e Maya sentia-se ligeiramente deslocada ali, apesar do vestido verde-escuro de cetim que escolhera com cuidado com a ajuda da sua mãe.
Ela segurava a crachá pendurado ao pescoço, como se aquilo fosse um salvo-conduto. Era estagiária de arquitetura havia pouco meses ainda na empresa e, embora conhecesse muitos rostos, aquele ambiente ainda a intimidava. Havia algo no excesso de sofisticação que a fazia preferir os bastidores às luzes do palco.
Respirou fundo e decidiu aproximar-se da mesa de bebidas. Talvez um gole de água — apenas água — ajudasse a acalmar o turbilhão de pensamentos. Ainda trazia consigo o peso recente de uma traição que lhe abalara a confiança: Caleb, o namorado com quem partilhara planos e afetos, e Laure, a melhor amiga em quem confiara sem reservas. Descobrira-os juntos há poucos meses, e desde então aprendera, à força, a erguer muros em torno do coração.
Foi então que Conrad a viu.
Ele estava cercado por diretores e investidores, todos disputando a sua atenção com comentários calculados e risadas estratégicas. Um pouco mais afastado, com uma câmara pendurada ao pescoço, Caleb registava o evento com profissionalismo estudado — o fotógrafo contratado para a noite, e alguém que Maya preferia não ter voltado a ver tão cedo. Como vice-presidente da empresa, Conrad já se acostumara àquele tipo de evento. Para ele, noites como aquela eram parte do trabalho: apertos de mão firmes, discursos breves e a constante vigilância sobre o que dizer e a quem dizer.
Mas, no meio do salão, algo desviou completamente o foco de Conrad.
Ela caminhava com passos contidos, como se não quisesse ocupar espaço demais. O cabelo castanho-claro caía em ondas suaves sobre os ombros, e havia uma naturalidade em seus gestos que contrastava com a artificialidade ao redor. Não era apenas beleza — embora ela fosse inegável —, mas a forma como parecia alheia à necessidade de impressionar.
Conrad sentiu o impacto de maneira imediata e silenciosa.
— Com licença — disse ele, interrompendo a conversa ao seu redor, antes mesmo de perceber que estava fazendo isso.
Sem esperar resposta, afastou-se do grupo, atraído por uma curiosidade que não sentia havia muito tempo.
Maya acabara de pegar um copo quando percebeu alguém ao seu lado. Pouco antes, sentira o olhar de Caleb pousar nela por um segundo a mais do que o necessário, como se quisesse dizer algo que já não tinha direito de dizer.
— Água com gás? — perguntou uma voz masculina, calma, com um leve tom de humor.
Ela virou-se, surpresa, e encontrou um homem alto, de postura segura, usando um terno escuro impecavelmente ajustado. Os olhos dele — de um tom entre o azul do céu e o azul do mar no seu estado mais puro — a observavam com atenção genuína.
— Sim — respondeu ela, um pouco sem jeito. — Essas noites longas pedem algo mais… sóbrio.
O canto da boca de Conrad se ergueu em um sorriso discreto.
— Concordo plenamente. — Ele pegou outro copo para si. — Conrad.
— Maya — disse ela, apertando a mão dele.
O toque foi breve, mas suficiente para causar uma estranha eletricidade que ambos notaram, ainda que nenhum comentasse.
— Você trabalha em qual área? — perguntou ele, apoiando-se casualmente na mesa.
— Arquitetura. E você? — devolveu a pergunta, sem cerimônia.
Conrad hesitou por uma fração de segundo.
— Estratégia — respondeu, optando pela versão mais vaga da verdade.
Maya assentiu, aliviada por não estar falando com alguém do alto escalão. Pelo menos, era o que pensava. Relaxou os ombros e deixou escapar um sorriso mais espontâneo.
— Então você também veio por obrigação — brincou.
— Digamos que sim — respondeu ele, divertido. — Mas confesso que a noite ficou mais interessante agora.
Ela riu, sentindo um leve rubor subir-lhe ao rosto.
Conversaram sobre banalidades: o buffet exagerado, as apresentações intermináveis, a música um pouco alta demais. A cada frase, Conrad se sentia mais intrigado. Maya falava com inteligência e sensibilidade, sem pressa de impressionar, e havia uma honestidade no olhar dela que o desarmava.
Para Maya, Conrad era apenas um homem agradável, carismático, talvez um pouco misterioso. Nada nele denunciava o cargo que ocupava. Não havia arrogância, nem aquele ar de superioridade tão comum entre executivos mais poderosos.
— E você, Maya — disse ele, após um breve silêncio —, gosta do que faz?
Ela pensou por um instante antes de responder.
— Gosto de criar espaços que contem histórias — disse, simplesmente. — Mesmo quando são projetos corporativos. Acredito que a arquitetura faz mais sentido quando coloca as pessoas no centro.
Algo se aqueceu no peito de Conrad ao ouvir aquilo.
— Você tem razão — disse ele, com sinceridade. — Nem sempre lembramos disso.
O mestre de cerimônias anunciou o início de um discurso, e o burburinho do salão diminuiu. Conrad sabia que, em poucos minutos, o palco seria invadido por funcionários e felizmente ele não teria de subir a função dele ali era como espetador e o tempo que ele queria estar com ela teria de ser interrompido.
Mas, pela primeira vez em muito tempo, não queria.
— Maya — disse ele, relutante —, foi um prazer conhecê-la.
— O prazer foi meu — respondeu ela, sem imaginar que aquele encontro casual estava prestes a mudar muito mais do que apenas aquela noite.
Conrad deu alguns passos para trás, ainda olhando para ela, certo de uma coisa: aquela mulher não fazia ideia de quem ele realmente era.
E isso, curiosamente, tornava tudo ainda mais fascinante.
A noite, porém, não terminou ali.
Horas depois, longe dos discursos e das formalidades, voltaram a encontrar-se junto a uma casa de banho. O acaso — ou algo mais — empurrou-os para a mesma direção. Não trocaram grandes palavras; bastaram olhares demorados e um silêncio carregado de intenção. A atração que ambos tentaram ignorar durante o evento tornara-se impossível de conter.
Foi Conrad quem sugeriu com um movimento o beijo, com uma delicadeza que lhe dava escolha. Maya hesitou apenas um instante. Havia nervosismo, sim, mas também uma confiança inesperada, como se o reconhecesse de um lugar que ainda não sabia nomear.
Depois de beijos e de muita troca de caricias eles sobem para o quarto.
O quarto do hotel recebeu-os com uma quietude cúmplice. As luzes da cidade filtravam-se pelas cortinas, e ali, sem títulos, cargos ou expectativas externas, aproximaram-se devagar. O primeiro beijo foi contido, quase tímido, mas suficiente para confirmar aquilo que ambos sentiam desde o primeiro encontro.
Para Maya, tudo era novo e intenso. Era a sua primeira noite entregue a alguém daquela forma, guiada mais pela emoção do que pela experiência. Conrad percebeu-o nos gestos, na respiração contida, e foi paciente, atento, fazendo daquele momento algo seguro e memorável.
Quando o mundo lá fora finalmente se calou, Maya adormeceu com a estranha sensação de que a sua vida acabara de mudar — mesmo sem saber ainda quem era, de facto, o homem ao seu lado.
Conrad permaneceu acordado por alguns minutos, imóvel, a observar o ritmo tranquilo da respiração dela. Havia nele uma reserva natural, uma frieza aprendida ao longo dos anos, feita de controlo e silêncio. Não era dureza nem indiferença: era disciplina. Ajustou a manta com cuidado para que não lhe arrefecessem os ombros e levantou-se apenas para apagar a luz que ficara acesa.
Era um homem habituado a decidir sem hesitar, a manter distância quando necessário. Mas nunca fora cruel. E, naquela quietude, permitiu-se algo raro: ficar.
[🔞 🔥 ⚠️ Este capítulo contém linguagem sexual explicita, violência e conteúdos sensíveis]Eu passo o fim de semana meio que dorida da primeira noite de sexo dela mas muito feliz, eu estava bem comigo mesma e não sentia nenhum peso na consciência por me ter entregue a um homem com quem não tinha nenhum tipo de relacionamento e que na verdade eu não conhecia, eu sabia apenas que ele era um colega da empresa e que estava na sucursal principal em Toronto, sabia o nome dele e naquele momento eu conhecia todos os cantos do corpo dele e ele do meu, mais nada, eu não sabia mais nada sobre Conrad, e nem sequer sabia o departamento que ele pertencia ou outro tipo de informação, que na realidade para mim não era de todo importante. E sem saber sequer se o voltaria a ver eu guardava na minha memória a minha primeira noite de sexo e o quão boa ela foi.Depois de um fim de semana, tal como os meus colegas vou para a empresa, e tal como em qualquer dia eu começo o meu trabalho, e concentro-me apen
[🔞 🔥 ⚠️ Este capítulo contém linguagem sexual explicita, violência e conteúdos sensíveis]Depois de ter perdido a virgindade de uma forma que eu não imaginava eu aviso a minha mãe que não durmo em casa pois Conrad quer dormir comigo e eu quero dormir nos braços dele, e até porque não sei se o volto a ver mais na minha vida. Depois de avisar a minha mãe, Conrad pede lençóis novos pelo telefone à receção do hotel e assim que eles nos entregam, fazemos a cama de lavado e ele fica a olhar para mim nua a passar na frente dele e a cara dele é muito engraçada.- Que visão – diz ele enquanto eu estou de costas para ele e a prender os lençóis da cama e ele olha para a minha bunda que está empinada para ele e o deixa muito excitado e iniciamos ali uma nova rodada de sexo e com ela a ter muito prazer junto com eleDepois de três rodadas de sexo intensas em que ambos tivemos muito prazer e eu pergunto-me porque nunca o tinha feito antes, sexo é realmente muito bom e o prazer que sentimos é únic
[🔞 🔥 ⚠️ Este capítulo contém linguagem sexual explicita, violência e conteúdos sensíveis]Depois de ter gozado e de ter feito Maya gozar, Conrad quer mais, ele quer mais com ela e mais dela e nem pensa duas vezes e assim que ela recupera ele faz um convite.- Maya, vem comigo – diz-me ele ao meu ouvido e eu tento pensar com clareza, mas eu não consigo nem sequer falar, tudo nele me puxa para ele, a boca, o cheiro, o sorriso, o olhar e até o corpo dele me encanta e eu sei, se eu aceitar ir eu sei o que vai acontecer e eu não digo não, eu quero e eu vou com ele e aceito o convite dele e o sorriso dele no rosto dele faz-me sentir estranhamente feliz.Depois de eu aceitar, ele ajuda-me a vestir e saímos dos dois da casa de banho onde estávamos e subimos os dois no elevador para os quartos e eu sinto-me observada e não olho, mas eu sei quem me observa, é Caleb, mas depois do que ele me fez, ele não me terá mais. Eu não o quero mais, e ele mais cedo ou mais tarde terá de aceitar isso pois
[🔞 🔥 ⚠️ Este capítulo contém linguagem sexual explicita, violência e conteúdos sensíveis]À medida que o tempo passava a nossa conversa começa a ficar cada vez mais interessante e eu vou dando pequenos goles na minha bebida, para acalmar o calor que sinto dentro de mim, eu não sei o que se passa comigo, mas durante três anos de namoro eu nunca me senti assim com Caleb e como é possível eu estar assim por um homem desconhecido.- Está muito calor aqui – digo quase a ter uma coisa má de tanto calor que tinha dentro de mim – Acho que vou apanhar um pouco de ar – digo e ele sorri para mim com um ar de safado- Acho que tens razão – diz ele – Vamos ao jardim? – pergunta-me e o meu corpo responde por mim e seguimos os dois para o jardim sob o olhar atento de Caleb.Já no jardim nós continuamos a conversar e falamos de muitas coisas, desde filmes, séries, livros, música e descobrimos que temos muitos gostos em comum e ele aproximasse de mim e rouba-me um beijo, e que beijo, a boca dele, a
[🔞 🔥 ⚠️ Este capítulo contém linguagem sexual explicita, violência e conteúdos sensíveis]Em choque com o que viu no estúdio de Caleb entre ele e a sua melhor amiga, Maya regressa a casa a chorar e quando chega a sua mãe já está em casa e questiona-a do que se passou e ela conta tudo à mãe e conta o que ela se preparava para fazer nesse dia.- Não acredito – diz-me a minha mãe ao ouvir o que eu lhe acabava de contar do que eu tinha presenciado momentos antes – Meu amor, por vezes, nem sempre nos entregamos ao homem certo, e o homem com que ficaremos para sempre – fala a minha mãe comigo deitada a chorar nas pernas dela – O momento é que tem de ser o certo, seja onde, e quando for, que seja o perfeito para ti – diz a minha mãe sobre o que eu pretendia fazer naquele dia e que não aconteceu devido ao que eu tinha descoberto antesTudo aconteceu no dia antes de um evento da empresa onde Maya era estagiária, e por coincidência Caleb iria ser o fotografo e Maya conta à mãe que pondera não
[🔞 🔥 ⚠️ Este capítulo contém linguagem sexual explicita, violência e conteúdos sensíveis]Precisamente um mês depois de iniciar a toma da pílula e por começar a achar o namorado mais distante, menos insistente para eles terem sexo, Maya decide que o grande dia chegou e sem dizer nada a ninguém, ela prepara-se, depois de um banho longo para relaxar, ela faz a depilação e hidrata muito bem o corpo, ela penteia os cabelos e amarra-os num rabo-de -cavalo, pois ela sabe que Caleb adora segurar no rabo-de-cavalo dela quando ela está a fazer sexo oral nele. Maya tem todos os passos mentalmente preparados e depois de o corpo estar pronto ela veste a sua lingerie e um vestido mais justo e curto por cima e uma maquilhagem leve.- Corpo, lingerie, cabelo, maquilhagem – digo confiante com o que iria fazer naquele dia e a olhar para o meu reflexo no espero e respiro fundo, pois eu estava muito nervosaEla está muito nervosa, mas ela está mais que decidida a dar esse passo, chegou a hora e ela va





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