Dorian me conduz até o centro do salão com passos firmes e silenciosos. A orquestra toca uma melodia envolvente, antiga, que parece ter sido escolhida só para este momento. Os casais ao redor giram em seus próprios mundos, mas quando Dorian me puxa para mais perto, sei que ninguém mais importa. Nem para mim. Nem para ele.
Seus dedos repousam na base da minha coluna, o suficiente para me manter colada ao corpo dele. A outra mão segura a minha com firmeza, como se me ancorasse ao chão — quando tu