O cheiro de madrugada ainda pairava no ar quando abri os olhos. Por um instante, fiquei em dúvida sobre que dia era, em que ponto da semana estávamos, como meu corpo podia estar tão cansado e, ao mesmo tempo, em alerta. Levantei devagar, coloquei o roupão por cima do pijama e fui andando até a sala, puxada por um silêncio que não era comum — não naquele tom, não naquela manhã.
Encontrei Sebastian ali, de pé, parado em frente à janela. A luz natural que começava a entrar pelo vidro desenhava