Assim que a porta do apartamento se fechou atrás de mim, minhas pernas fraquejaram. Encostei na parede e escorreguei até o chão, como se tudo tivesse desabado de uma vez — talvez tivesse mesmo. E ali, sentada no frio do piso, deixei que o choro viesse mais uma vez, sem contenção, sem orgulho, sem máscara. Meus soluços ecoavam no silêncio da casa que, de repente, parecia tão grande, tão vazia e tão... injusta.
Onde foi que eu errei?
Essa pergunta me atravessava como uma lâmina afiada. Eu s