Dirigir o carro novo até em casa foi, ao mesmo tempo, surreal e emocionante. Meus dedos ainda estavam firmes no volante mesmo depois de ter rodado alguns quilômetros. O silêncio dentro do carro era reconfortante, e a textura do couro novo, o cheiro de fábrica e os comandos modernos que eu ainda não estava acostumada a usar me faziam sentir como se estivesse vivendo um daqueles sonhos que a gente não tem coragem nem de formular em voz alta. Era absurdo pensar que aquele carro era meu. Quer diz