A Mansão se erguia imponente contra o céu nublado de Nova York, suas janelas enormes refletindo a cidade como se fossem olhos atentos demais, capazes de perceber cada fissura sob a superfície. Por fora, tudo era perfeição — a grama cortada com precisão milimétrica, os arbustos simétricos, as luzes quentes iluminando o mármore da entrada. Mas, por dentro, a residência carregava uma tensão silenciosa, como se cada parede testemunhasse segredos que ninguém ousava confessar.
Chiara Davis caminhava