A manhã na lanchonete começara como qualquer outra. O cheiro familiar de café se espalhava pelo ambiente, misturando-se ao aroma de panquecas e bacon que fumegavam na chapa metálica. Anna já estava acostumada ao movimento constante — clientes entrando com pressa, outros pedindo embalados para viagem, alguns sorrindo, outros mal levantando o olhar.
Aos poucos, ela começava a se sentir parte daquele lugar.
— Anna, pode pegar as mesas do fundo? — pediu o gerente, enquanto conferia algo no celular.