Ainda ofegante, Miguel tocava com os dedos trêmulos a marca cravada na pedra. Uma coroa feita de espinhos entrelaçados — o símbolo parecia pulsar, mesmo após a dissipação da entidade. Aquilo não era um vestígio qualquer. Era um aviso.
Guardou o desenho em um velho caderno que sempre levava consigo, onde anotava cada caso paranormal. Ao retornar para a cidade, a floresta parecia calada, mas não em paz. Era como se tivesse apenas silenciado por respeito ao que havia sido despertado.
Em casa, espa