O discurso dela terminou, mas a imagem permaneceu.
Eliza Bennet sob as luzes a mulher que transformava qualquer sala em território próprio.
Inatingível. Impecável. Intocável.
O salão inteiro se levantou para aplaudi-la.
Sebastian Byron subiu ao palco, tocou o braço dela e disse algo que a fez sorrir um sorriso contido, profissional. Mas ainda assim, um sorriso.
E o público adorou.
Mantive o rosto neutro.
Era o mínimo que podia fazer.
— Impressionante — comentou Alexia ao meu lado, a voz carrega