Ele segurou minha mão com naturalidade, como se fosse o gesto mais simples do mundo. Para mim, no entanto, cada toque dele era uma mistura de conforto e perigo. Caminhamos juntos pelo corredor do hotel, deixando a Amelie, o Liam e a Sophie no bar, o silêncio preenchido apenas pelo som abafado de nossos passos no carpete espesso.
Quando a porta do quarto dele se fechou atrás de nós, senti o ar mudar. A tensão do bar, os olhares, a presença da Amelie, tudo ficou do lado de fora. Restava apenas Na