Sentei-me na cadeira da presidência da Bennet, a luz do sol da manhã entrando pelas janelas panorâmicas. A cidade de Nova Iorque parecia calma lá de cima, mas dentro de mim, tudo ainda era um turbilhão.
A semana que passou parecia uma eternidade comprimida em dias e noites intensos. Lembrei do que havia feito: desobedecer meu pai, recuar em relação à Walker, abrir mão do confronto que parecia inevitável. Cada decisão foi dolorosa, e eu havia chorado sozinha, no meu quarto, no silêncio absoluto