Observei Eliza subir no helicóptero da Bennet, cada passo dela firme, decidido, sem olhar para trás. As hélices rodavam alto, mas o silêncio entre nós era ensurdecedor. E então, me atingiu com a clareza cruel de um soco no estômago: aquela menina doce que eu conheci, que ria fácil e acreditava em promessas, não existia mais.
Ela tinha se transformado diante de mim, em carne e aço, em coroa e cicatriz. E, no fundo, eu não sabia ao certo se ainda queria aquela versão antiga dela… porque essa mu