A porta se fechou com um clique seco, e o silêncio caiu sobre o quarto como uma parede. Respirei fundo, tentando recuperar o fôlego que ele parecia sugar só de estar ali. Cada músculo do meu corpo ainda estava tenso, cada batida do meu coração martelando como se quisesse me avisar: “Ele está no controle.”
Olhei para a bandeja sobre a cama. Comida. Fome. Um teste disfarçado de gentileza. Meu estômago doía, mas engoli o impulso de tocar na comida. Não queria dar a ele nem essa pequena vitória.