Minha mente finalmente encontrou um raro momento de paz; meu corpo, o alívio que há tempos buscava. Eliza estava ali, nos meus braços, nua, vulnerável e presente na minha cama, onde tantas coisas poderiam ter sido diferentes.
Por um instante, a respiração dela acompanhava a minha, e tudo ao redor parecia suspenso como se o tempo tivesse cedido, nos oferecendo uma trégua.
Mas aquela sensação fugaz durou menos do um minuto. Antes que eu pudesse sequer processar, ela se afastou. Puxou o lençol num