Amélia fechou a porta atrás de si, respirando fundo. Benjamin havia ficado nos braços de Laís, tranquilo, alheio ao turbilhão que se passava dentro da mãe. Ela sentia aquele aperto típico de se afastar do filho, mas junto dele vinha algo que queimava por dentro — uma necessidade urgente de sentir Maxim, de se perder nele, de esquecer, por algumas horas, o peso da vida que levavam.
Quando abriu a porta do carro, Maxim já a observava com aquele olhar que a despia sem pressa. Não era só desejo; er