O portão de ferro rangeu ao se fechar atrás do carro blindado. O som ecoou pesado, quase como se o próprio ar avisasse: aqui dentro pode parecer seguro, mas nunca é. Amélia respirou fundo, sentindo o coração desacelerar apenas um pouco. Estava em casa — se é que podia chamar a mansão Sokolov de casa.
Maxim saiu primeiro, atento, o olhar varrendo todo o pátio. Dois seguranças se aproximaram imediatamente, um para abrir a porta do lado dela, outro para verificar o perímetro. Quando Amélia colocou