Sergei observava a escuridão da floresta através da pequena fresta da janela coberta por tábuas. O cheiro de terra molhada e madeira envelhecida dominava o velho abrigo subterrâneo. A casa onde agora se escondia não existia nos mapas. Um lugar esquecido no meio do nada, onde o silêncio era tão denso quanto a loucura que tomava sua mente.
Ele estava escondido como um rato, logo de todos.
Ele ainda sentia o gosto da raiva na boca.
Quase. Quase havia conseguido o que queria.
Ela. O bebê. Uma fa