Amélia
Amélia correu pelos corredores da mansão como se fugisse de um incêndio. As luzes estavam apagadas e os quadros antigos nas paredes pareciam observá-la, julgando cada passo. O nó em sua garganta ardia, e as lágrimas corriam livremente por seu rosto.
Uma dor terrível lhe atingiu, ela queria gritar alto, mas apenas correu.
Ela entrou no quarto, bateu a porta com força e se encostou contra ela, tentando controlar a respiração.
A pasta vermelha com os documentos ainda queimava em sua me