O porão da mansão Sokolov não era conhecido por misericórdia.
As paredes grossas abafavam qualquer som. Lá dentro, a luz era fraca, o ar úmido e pesado, e o silêncio cortante era quebrado apenas pelas correntes que prendiam Sergei à cadeira de aço no centro da sala.
Mesmo preso e sabendo que que não iria sair dali vivo, Sergei não demonstrou nenhum medo ou revende mento, seu olhar era vazio e sem vida, como se a muito tempo tivesse morrido.
Maxin o observava em silêncio há longos minutos. Um s