Sergei
O silêncio dentro da fortaleza era espesso como fumaça de pólvora. Apenas o estalar da lareira quebrava a quietude da noite, iluminando o salão frio com uma luz vermelha e tremeluzente.
Sergei estava diante da lareira, imóvel, com os olhos fixos nas chamas. Em sua mão, uma taça de conhaque intacta. Atrás dele, dois de seus homens tremiam, com os rostos marcados por hematomas e suor.
Eles falharam.
E o fracasso tinha um preço alto quando se servia a um homem como Sergei.
— Vocês me disse