Amélia
Amélia arrumava a mochila com mãos trêmulas e rápidas. Era madrugada, e o alojamento estava mergulhado em um silêncio pesado. Laís dormia profundamente na cama de cima, alheia ao furacão que se armava dentro da amiga. Cada peça de roupa dobrada com pressa era como um pedaço arrancado de tudo o que havia conquistado ali.
Amélia esperou sua amiga Laís dormia, o restaurante também ela não queria que ninguém visse ela fugindo.
Mas não havia escolha.
Depois do último encontro com Maxin —