O plano era uma granada sem pino. Uma vez que a primeira ação fosse tomada, a explosão seria inevitável, e eles só podiam torcer para não serem pegos no meio do fogo cruzado. A responsabilidade de puxar esse pino recaiu sobre Marina.
Enquanto Gabriel e Lara esperavam na clausura da clínica veterinária, Marina estava em um orelhão no centro de São Paulo, o coração batendo descontroladamente. Gabriel havia sido enfático: nenhuma ligação de um celular que pudesse ser rastreado até ela. O anonimato