A escuridão que engoliu Gabriel quando ele deixou a segurança do carro era total. A noite na colina perto da represa era uma escuridão rural, antiga, muito diferente das sombras iluminadas de São Paulo. O único som era o vento sibilando através dos esqueletos de concreto à sua frente e o som de sua própria respiração, controlada e superficial. Ele se moveu pela vegetação rasteira, um predador em seu habitat natural, os olhos já adaptados à falta de luz.
O perímetro do complexo era uma cerca de