O ar ao redor parecia denso demais, pesado demais — como se o próprio ambiente soubesse que algo irreversível estava prestes a acontecer.
Elara parou na porta da sala, com os olhos vermelhos, o peito subindo e descendo rápido demais. Ela queria falar, queria explicar, mas as palavras se recusavam a sair — como se qualquer frase fosse pequena diante da dor que existia ali.
Kael estava perto da janela, os punhos fechados, tentando manter o controle. Leon, sentado no sofá, observava os dois com um