Quando ameaçar sangue Cassani é assinar a própria sentença
AMARO CASSANI
A porta da mansão rangeu. Eu nem precisei levantar os olhos do meu prato de massa para saber quem ousava entrar sem ser convidada. Isabella Conti Ferraz. Sempre espalhafatosa, sempre acreditando que o mundo girava em torno dela.
Ainda abrem os portões para ela porque carregam respeito ao meu nome, não ao dela. No fundo, todos sabem: Isabella só existe porque eu permito.
Ergui os olhos devagar, mastigando o último pedaço,