O carro deslizava pelas ruas arborizadas do bairro afastado, onde o silêncio era interrompido apenas pelo som de pássaros e pelo vento batendo nas folhas. O céu estava claro, o clima ameno, e Nina se recostava confortavelmente no banco do passageiro, com uma das mãos apoiada na barriga já bem arredondada. Os bebês se mexiam — não com força, mas com ritmo — como se também estivessem ansiosos para ver o que estava por vir.
Alex dirigia com tranquilidade, uma mão no volante e a outra entrelaçada à