O som ritmado do monitor cardíaco já não ditava mais o compasso dos dias de Nina. Depois de mais de um mês no hospital, seu corpo começava a mostrar sinais visíveis de recuperação. A curva da barriga agora era evidente sob o tecido fino do pijama hospitalar — uma curva suave, firme e mágica. Quase cinco meses de gestação. Três corações batendo dentro dela. E, agora, estava pronta para ir para casa.
Ou pelo menos, quase pronta.
O Dr. Brenner, médico responsável pelo pré-natal de alto risco, entr