— Três bebês — repetiu Nina, deitada na cama, com o rosto parcialmente escondido pelo travesseiro. — Três. Não dois. Três.
Alex, sentado aos pés da cama com o tablet nas mãos e uma expressão serena demais para a situação, parecia achar graça.
— Você disse isso oito vezes só nos últimos dez minutos.
— Porque meu cérebro ainda está tentando aceitar que minha barriga vai virar um condomínio — resmungou ela. — De três andares.
— Pense pelo lado positivo — disse ele, animado. — Podemos formar uma ba