O hospital se tornara um mundo à parte para Alex.
O relógio girava, mas o tempo parecia parado. Dias e noites se embaralhavam num ciclo onde só havia uma constante: Nina, inconsciente, deitada naquela cama.
Alex estava com ela o tempo todo.
Dormia em uma poltrona reclinável que mandara estofar com almofadas novas. Trazia flores frescas a cada dois dias, mesmo que soubesse que ela não podia vê-las ainda. Trocava as músicas no celular, colocava trilhas suaves, conversava com ela sobre coisas boba