Não era escuridão.
Era uma espécie de luz cinzenta, densa e branda, que envolvia tudo como uma névoa espessa. Nina flutuava ali, sem corpo, sem tempo. Tudo era leve… mas também pesado, como se estivesse presa entre dois lugares — nem viva, nem ausente.
Ela não sabia onde estava. Não sabia se estava dormindo. Não sabia se estava sonhando.
Sabia apenas que algo dentro dela doía, mas a dor vinha como lembrança, não como sensação.
Como se o corpo soubesse que algo havia quebrado, mas a mente tivess