A porta do hospital se escancarou com um estrondo. Alex entrou correndo, carregando Nina nos braços como se a própria vida dependesse disso. Seu peito arfava, o rosto tomado por suor e desespero. A camisa branca já manchada pelo sangue que escorrera da cabeça dela, agora seco e escuro, parecia um lembrete cruel de cada segundo perdido.
— SOCORRO! — ele gritou, a voz embargada, crua. — PRECISO DE AJUDA, AGORA!
As pessoas na recepção se viraram em choque. Uma enfermeira saltou da cadeira, já corr