63. O testamento de Isabella e a fúria dos reis caídos
O ar no escritório secreto de Isabella Rossi era rarefeito, pesado com o cheiro de papel antigo e de uma verdade há muito enterrada. Do lado de fora, na biblioteca principal, os passos dos homens de Tulio ecoavam como o bater de um relógio macabro, cada segundo aproximando-os da descoberta. Sabrina, com as mãos trêmulas, mas os olhos brilhando com uma determinação febril, abriu a pequena caixa de madeira entalhada que encontrara sobre o pedestal.
Dentro, repousando sobre um leito de veludo desb