Estou com o coração disparado, os dedos trêmulos de tanta ansiedade boa. Fecho a porta de casa com pressa, ajeito a mochila do Rigel no banco de trás e corro para encaixá-lo na cadeirinha. Ele está agitado, animado, mexendo os pezinhos sem parar.
— Mamãe, a vovó vai vir morar com a gente de novo? — pergunta ele, com os olhos arregalados de expectativa.
— Vai sim, meu amor — respondo, com um sorriso que não cabe dentro de mim. — A gente vai buscar ela agora.
Ouço o som de passos vindo da calça