Um cheiro forte invade minhas narinas. Arde. Me faz tossir.
Abro os olhos com dificuldade. Tudo está embaçado, os sons parecem distantes, abafados. Sinto o corpo pesado, a cabeça latejando, e então vejo o vulto de uma mulher se formar diante de mim.
— Meu nome é Julia Mendes, sou subtenente — diz ela, com uma voz firme, mas gentil. Ela tem os cabelos presos num coque apertado, pele morena, uniforme dos bombeiros, olhos castanhos atentos. — Você sabe me dizer seu nome?
Levo a mão à cabeça por