Ainda são 21h quando entro no meu quarto, com o peito apertado e a cabeça girando. Rigel dorme profundamente no quarto ao lado, com o restinho de Nescau ainda na caneca sobre a cômoda. O silêncio da casa parece me sufocar.
Pego o celular e abro o contato da Ayla. Meus dedos tremem. Respiro fundo e aperto o botão de chamada.
Ela atende no segundo toque, com a voz baixa:
— Oi, mana... está tudo bem?
— Não — minha voz falha, e uma lágrima quente escorre antes mesmo de eu perceber. — Eu fiz merd